Eu e os meus: Um reino!
Monarca, sem súditos nem castelo
Extravagante lhe parece
Majestade sem império, morada!
Perscrutando as suas posses:
Imensa fortuna se constata
Mas, qual que o seu tesouro?!
Inexistem moedas...ouro!
Adotouse, pelos dotes, aferir poder
Maioral o que tem potes cheios
Mas, em conta o que deixa pleno
Não será a quem amemos?
Que perseguem as gentes?
O amor, que tudo enaltece, engalana
Na sua consecução tudo adstringe
Este vence, sobressai garboso!
Assim, insígne inquiridor
Sou pelo... sou amando
Governador, imperador, rei
Meu cedro? – Raynara!!!
Marco Antônio
Marcos,
ResponderExcluircolega das letras, amei sua poesia, pois o seu reinado é muito bem estruturado sobre o alicerce do amor!
Parabéns!
Elisa